Orgulho: um inimigo sutil

O orgulho é um inimigo muito perigoso, por isso, este é um convite para o autoexame, cuja finalidade é verificar se não estamos algemados com esta fera selvagem. Além disso, a caminhada dos cristãos radicais é sempre desafiadora, portanto, avaliar as condições ao redor é uma medida necessária.

O caminho para o céu e o orgulho

Na jornada para a Jerusalém Celestial não é raro encontrar peregrinos duramente feridos pelo orgulho. Estes santos, embora convictos da salvação, passearam pelo bosque da vaidade, e, de repente, viram suas almas golpeadas nas armadilhas do orgulho. Alguns sobrevivem a essas quedas, outros não.

Os que vencem, seguem o conselho do Santo Livro, que argumenta: lembra-te de onde tu caíste e arrepende-te (Apocalipse 2: 5a). Assim como Pedro, escutam a voz do Senhor lhe perguntando: tu me amas? (João 21: 15). Em seguida, choram em profundo arrependimento, buscando, como aquele apóstolo, atender a voz do Cordeiro.

Por outro lado, nem todos sobrevivem aos ataques deste inimigo da alma. Alguns, por falta de vigilância ou de oração (ou ainda, das duas coisas), gastam todos os seus dias caminhando em círculos, pelas paisagens daquele bosque sombrio.

Ao se perderem em algum caminho estranho, pensam estar na avenida da salvação. Contudo, suas mentes foram cauterizadas, e suas visões, corrompidas. Estão completamente entregues nas mãos do inimigo e, ainda assim, demonstram certo senso de direção aos que estão ao redor. É sobre estes que assevera Judas (não o Iscariotes): são nuvens sem águas! São como árvores sem raízes, estão duas vezes mortas (Judas v. 12).

Se os piedosos, vez por outra, são vítimas desta fera selvagem, o que dizer do insensato? Sobre este, a Santa Palavra só tem um argumento: necessário vos é nascer de novo (João 3: 7b).

O orgulho é um animal indomável, ele é perigoso demais. Aventurar em tratá-lo com carinho pode resultar numa tragédia sem precedentes. Sua casa, consolidada no bosque da vaidade, está cheia de armas letais. Todavia, sua feição não parece agressiva, e por trás de seu olhar cativante há um oceano de maldade.

Não se engane, o orgulho é um inimigo sutil, ele é o próprio arquiteto da destruição! Qualquer que dele se aproxime não sairá ileso.

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